domingo, 12 de setembro de 2010

Por que encarar a vida com bom humor?

Encarar a vida com bom humor fortalece a mente e o corpo, tornando-nos mais aptos para enfrentar situações de crise; uma boa gargalhada causa relaxamento e diminui a sensibilidade à dor com a liberação de endorfinas na corrente sanguinéa. Estudos mostram que o tônus muscular continua reduzido até 45 minutos após um ataque de riso; ou seja, rir tem efeito relaxante. A concentração do hormônio do stress, o cortisol, no sangue é reduzida quando as pessoas estão alegres. como um nível permanentemente elevado de cortisol enfraquece a defesa imunológica, é possível concluir que a ALEGRIA pode proteger contra doenças. A sensibilidade à dor também costuma ser reduzida por sentimentos agradáveis. Isso se atribui, em muitos casos, à liberação de endorfinas, que desencadeiam sentimentos de prazer no cérebro, bloqueando a transmissão de estímulos dolorosos.

Artigo da revista Mente e Cérebro Ano XVI n.º 198 (Julho de 2009)

E AS VISITAS CONTINUAM...

Bem, desde a capacitação realizada pelo Leonardo Pacheco (artista formador da Patrulha da Alegria) estamos percorrendo nossos caminhos nos corredores hospitalares, fizemos duas visitas no hospital Nossa Senhora Abadia, e levamos também os palhaços para duas visitar extra-ordinárias: uma no Lar do Idoso Padre Lino José Correr e outra na Casa dos Velhos Adolfo Bezerra de Menezes.

A IMAGEM FALA MAIS QUE PALAVRAS....


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

FOI PURA PALHAÇADA!!!!



RELATÓRIO: OFICINA DE PALHAÇO - dias 9 e 10 de agosto de 2010

A oficina de Capacitação de Palhaços de Hospitais ministrada nos dias 9 e 10 de agosto do corrente ano no CRAS ALVORADA de Ituiutaba/MG teve um excelente aproveitamento. Os trezes alunos, entre convidados e integrantes da Ambulância da Alegria, tiveram a oportunidade de reciclar técnicas clownescas e informações visando habilidades e desenvolvimento do palhaço de hospital.
Inicialmente foi feito um trabalho coletivo com o intuito de estimular a criatividade e a percepção de si e do outro, com jogos e brincadeiras. Neste momento pude perceber que todos estavam empenhados e motivados, o que fez com que a oficina tivesse um bom rendimento, ou seja, o resgate do olhar e da escuta – estímulos primordiais do palhaço – foram desenvolvidos e aprimorados durante a manhã do primeiro dia. No decorrer da capacitação, à tarde, estudamos o espaço imaginário em seus diversos planos, com atividades individuais e coletivas. Mais uma vez obtive sucesso na oficina, sem pormenores, pois tive o apoio da excelente estrutura do CRAS Alvorada. Quanto aos alunos destaco a disciplina e concentração por parte de todos os envolvidos, e também a dedicação do coordenador artístico da Ambulância da Alegria, Gislei Gonçalves, que pontuava e registrava cada momento relevante.
No segundo dia, pela manhã, estudamos os princípios da improvisação, com exposições e treinamentos de técnicas de teatro, explorando o universo da dramatização, sempre voltados para o ambiente hospitalar – objeto de estudo. Isso foi possível graças ao apoio e confiança mútuos que os alunos conquistaram no decorrer da capacitação proposta. E, finalmente, abordamos a lógica incomum do palhaço, enriquecendo os treinandos com o repertório do palhaço, aprimorando suas qualidades técnicas, bem como desenvolvendo suas habilidades. Por isso, damos ênfase ao nariz do palhaço (sua máscara) como função inspiradora. Durante esse último momento, tivemos a visita da 1ª Dama e Secretária Municipal de Desenvolvimento Social Sônia Maria Clemente Correia do Carmo, que pôde acompanhar de perto o treinamento de todos os alunos.
Minha avaliação final, portanto, é muito satisfatória, pois apliquei nestas 16 horas de trabalho todo o meu planejamento, além de obter um feedback positivo por parte dos alunos e idealizadores da referida oficina.

Ituiutaba, 13 agosto de 2010.



LEONARDO MARQUES PACHECO
ARTISTA FORMADOR

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

CAPACITAÇÃO DOS PALHAÇOS DIAS 09 E 10 DE AGOSTO


Leonardo Pacheco - Cr.º Pachequinho 220v

Os "médicos" da Ambulância da Alegria são especialistas em despertar sorrisos. O projeto funciona no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) ALVORADA e é coordenado e supervisionado por profissionais da área de saúde, serviço social, psicologia, Terapia Ocupacional, educação e arte. Que buscam através das oficinas desenvolvidas transformarem os integrantes da Ambulância em agentes protagonizadores desta ação que tem o objetivo de contribuir na humanização do ambiente hospitalar propiciando momentos de descontração e alegria para os pacientes e acompanhantes nos leitos dos hospitais, promovendo a aproximação entre as pessoas.
Todas as semanas os “doutores” palhaços fazem as visitas nos hospitais da cidade, tendo como prioridade a intervenção na área da pediatria. Hoje o projeto faz parte da rede de palhaços dos Doutores da Alegria, grupo pioneiro no seguimento de renome internacional.

A Formação é um dos pilares da atuação dos palhaços de hospital que integram a Ambulância da Alegria. Desde o início do nosso trabalho, buscamos dar ênfase na formação contínua dos palhaços do nosso elenco com o objetivo de assegurar a qualidade do trabalho artístico levado para dentro dos hospitais, além do cuidado e do preparo necessários para a sua realização nesse ambiente.

Para nos ajudar a delinear o que pode ser caracterizado como a linguagem artística do palhaço, Leonardo Pacheco (coordenador do projeto Patrulha da Alegria e membro da rede de palhaços dos Doutores da Alegria – Belo Horizonte) estará em Ituiutaba dias 09 e 10 de agosto na sede da Ambulância da Alegria no CRAS Alvorada.

Na oportunidade será realizada a oficina para aprimoramento dos processos criativos dos palhaços de hospital da AMBULÂNCIA DA ALEGRIA, investigando o seu cotidiano e as questões éticas e estéticas que emergem de sua prática.

A oficina será ministrada apenas para os integrantes do projeto ambulância da alegria, uma vez que a mesma será realizada com base no trabalho que já desenvolvido pelos palhaços buscando o aprimoramento técnico dos mesmos.

Programação da Oficina:

1- O Palhaço, sua Habilidade e seu Desenvolvimento, possibilidades de aprofundamento da pesquisa do palhaço.
2- Jogos e brincadeiras, princípios de improvisação e trabalho coletivo para estimular a criatividade e a percepção de si e do outro, o resgate do olhar e da escuta, trabalho com base no apoio e confiança mútuos.
3- O nariz de palhaço; a máscara como função inspiradora.
4- Abordagens sobre a lógica incomum do palhaço, um ser único que, com sua liberdade de pensamento, se relaciona com a vida de forma singular.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

RELATÓRIO DA DOUTORA BELINHA

Não sei se todos os Doutores da Ambulância da Alegria têm as mesmas opiniões do que eu, mas, a Ambulância é um projeto que mostra o lado bom da vida e antes que perguntem, sim temos dois lados da vida, quem não tem seus problemas, suas preocupações, suas tristezas, mágoas ?
Todos têm, e não adianta negar. Bom pra começar, a Ambulância da Alegria, não é só um projeto, é uma atividade onde, todos gostam de todos, e todos se divertem – mesmo que esteja nos seus piores dias – sabe, é muito bom ter o prazer de ver o sorriso das crianças, quando você consegue fazê-las soltar o sorriso.
Claro que não é por insistência que isso acontece, é muito chato ver o rosto de dor, das crianças quando você entra no quarto, às vezes elas nem demonstram que estão gostando, mas no fundo elas se sentem bem melhores, nos mostrando isso pelo olhar.
Eu aprendi muito com a Ambulância da Alegria a olhar nos olhos das pessoas e sentir o que elas estão sentindo, às vezes nem falamos nada ou as próprias pessoas não falam nada, sentimos elas falarem, sentimos elas sorrirem, sentimos a confiança que é lançada pelo olhar.
A Ambulância da Alegria me mostrou um bom motivo para acordar cedo nos e olha que é bem difícil acordar cedo (RISOS), para organizar minha roupa de médica, ah e ainda tem que ficar esperando quando o “povo” atrasa – pra irmos pro hospital.

Estou escrevendo este depoimento porque quero que pensem em quanta coisa boa, nós temos, em quantas crianças podemos fazer sorrir, nem que seja um simples sorriso, mas tenha certeza que para a mãe, aquilo não é um simples sorriso.
O amor, o amor vence tudo, o amor fez com que as histórias do livro, tivessem um final feliz, o amor e a verdade, a realidade!
Respeitosamente, Doutora Belinha.